Uma verdade pode implicar numa falsidade, já a falsidade...
Não sei quanto a vocês, mas sempre fui curioso em saber o que levam as pessoas a gostarem entre si, a terem algum tipo de relação.
Então, na minha observação do cotidiano, das experiências, da falta do que fazer delimitei três razões, que são:
O Convívio (C);
A Aparência (A);
A Personalidade (P).
É claro que são proposições generalizadas, pois não simplifico que tipo de aparência ou personalidade a pessoa tem, mas como se sabe, todas as pessoas tem uma aparência e uma personalidade (a casos que existem mais de uma personalidade ou falta de uma completa).
Sendo assim, formulei três conseqüências que unem as proposições ditas anteriormente.
Estas conseqüências são:
Convívio e aparência e personalidade implicam num relacionamento ((c ^a^p)->r);
Convívio e personalidade, ou aparência implicam num relacionamento (((c^p)v a)->r);
Convívio e aparência implicam num relacionamento ((c^a)->r);
Bom, analisei essas premissas usando a tabela verdade. Isto é um estudo da lógica matemática. Resumindo, nenhumas dessas minhas combinações me deram uma tautologia, ou seja, 100% verdade, mas não quer dizer que eu esteja 100% equivocado.
*Legenda:
^ = e.
v = ou;
-> = implica;
R = relacionamento;
Vamos ver a tabela:
Não coloquei toda a parte do desenvolvimento, da analise, da conta, pois ficaria grande e cansativo de ver.
Observe que a combinação que deu 56.25% que reúne as três proposições é a que pouco ocorre realmente, já que sabemos que, a aparência é definitivamente sucumbida pela personalidade e o convívio.
A amostragem com percentual de 62.5% é uma das que mais gosto, pois ela literalmente, na minha concepção, significa o começo da atração. Conviver com uma aparência que lhe apeteça é adorável, lhe desperta a imaginação e te leva para situações bem divertidas.
O campeão, a combinação que reina no mundo dos apaixonados, demonstra 81.25% que é certa na sua existência. Pois ela mostra como a personalidade supriu o ato da aparência. Mesmo num mundo onde moda e estilo fazem à diferença, o convívio faz com que isso se torne banal para um relacionamento verdadeiro e não artificial como na combinação de 62.5%.
Limitações, é isso que eu faço (e quem não faz?), limito, defino, tento achar uma explicação lógica para os acontecimentos e experiências que tenho. “Definir é limitar”.

4 Comentários:
Eu continuo achando que falta um fator a ser considerado (s) e, que ele não integra a personalidade, mas é "ramo autônomo".
kkkkk
Prima Isis.
PS* ter que ficar postado anônimo e depois colocar nome é "prakabá".
Veja a minha lerdeza:
Agora a coisa mudou e ficou sincronizado com gmail.
Pelo visto fazia séculos que eu não passava por aqui.
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