domingo, setembro 30, 2007

Tudo Tem Seu Tempo


Interessante saber que as pessoas vêem as coisas de primas diferentes e melhor ainda, saber que existe uma eterna dúvida, dúvida da qual se divide em algumas partes, uma delas é a intensidade do sentido a outra é a visão. Será que o vermelho que eu vejo é o mesmo que você vê?

E é por isso que eu estava vendo e conseqüentemente pensando enquanto caminhava no meu palácio da memória. Notei que em todo esse meu palácio existe um só relógio, um relógio específico, que se inicializa no momento que meus olhos abrem não importando o horário real do período que acordei.

Mas o incrível mesmo são os relógios, os vários relógios que as pessoas têm em suas casas, relógios completamente diferente um dos outros, o da casa tem um horário, enquanto o de pulso está cinco minutos adiantado para acompanhar o do trabalho que são 10 minutos adiantados de um outro relógio guiado visa satélite determinado pela rotação da Terra.

Na minha casa cada um tem seu horário, não tem relógios em estantes ou pendurados na parede, para informar o tempo que passa. Tempo do qual leva um pouco de você, que leva sua perfeição, seja ela qual for.

Assim que vejo, o tempo. Vejo de uma forma vaga e cruel. Ele passa tão rápido quando estamos pecando e tão de vagar quando estamos desmotivados, angustiados, preocupados...

O som do tempo é único, seu Tic Tac é preciso, sua melodia é fria e vazia. Assim como o Deus Cronos, o Deus do Tempo, que devorava seus filhos para o vazio do seu estômago.

Depois dizem que o tempo cura qualquer ferida. Na verdade ele esconde a ferida nas suas variações temporais de passado, presente e futuro. O tempo não corre como uma bela música do inicio ao fim, pois ele não tem um fim. E por ser assim, por querer vencer esse Deus cruel, procriamos, para que nossos descendentes continuem caminhando na linha temporal.

Infelizes daqueles que como eu, que querem ser imortais dentro das mentes de outras pessoas, sem se quer deixar um descendente, para poder contar histórias de uma glória que resistiu ao tempo.

quarta-feira, setembro 12, 2007

"Você é dos meus, a minha Laia"


É assim que ultimamente ando me sentindo.

Apesar de sempre sair com os amigos, de me divertir nos jogos de vôlei e de receber convites para realizar algum mini-curso na faculdade. Sinto como se estivesse numa cela de prisão máxima.

Devo estar realmente precisando ficar um pouco preso. Para poder pensar melhor sobre os pecados que cometi. E ver se da para melhorar a forma de cometê-los novamente ou deixar de cometê-los.

“A alegria do pecado toma conta de mim.”