quinta-feira, setembro 07, 2006

Beijos, Blues e Poesia


Então houve beijos, amassos, suspiros e arrepios, até a voz dizer: “Está tarde, tenho que ir”.

O tempo passou tão rápido entre beijos e as palavras “tenho que ir” que achei que poderia ser assim sempre que tivesse uma aula chata.

BEIJOS, BEIJOS, BEIJOS...

Algo tão necessário para a vida de alguém, uma felicidade momentânea para os apaixonados, pois quando acabam o sofrimento e os pensamentos de como será o próximo dia surgem. E a nos perguntamos se os beijos continuaram ou não, com isso demoramos dormir, perdemos a concentração em alguns atos, não conseguimos ver nada além do acontecido no dia ou noite anterior. Tudo na verdade foi um feitiço lançado e fisgado.

I PUT A SPELL ON YOU… AND NOW YOU’RE MINE!

E tudo isso por causa do que? O que leva a essa paixão sem defeitos? Que algo é esse profundo que sentimos minutos depois e sempre queremos sentir? Quem ou o que nos faz sofrer depois de uma decepção? Ora, simples é tudo culpa de uma palavrinha mais adorada e amada por todos.

SIM, SIM, SIM...

Quem não sonha em sempre ouvir esta palavra quando está apaixonado? Mas junto a ela, vem um NÃO, um não terrível, atroz e fulminante que tira lágrimas dos fracos e deixa os fortes despedaçados. Uma escolha, o amor, a paixão, a felicidade, tudo é uma escolha. E toda a escolha tem a sua rejeição. A vida é um Yin Yang finito tão finito quanto à vida da pessoa.

"Os que não amam senão uma vez na vida são os verdadeiramente superficiais. O que eles chamam de lealdade e fidelidade eu chamo de letargia do costume ou falta de imaginação. A fidelidade é, para a vida emocional, o que é a estabilidade para a vida intelectual: uma simples confissão de fracassos. Fidelidade! Encontra-se nela a paixão pela propriedade. Há muitas coisas que abandonaríamos se não temêssemos que os outros as apanhassem." O retrato de Dorian Gray.


Então vamos todos amar, se for possível!

3 comentários:

Mr.Parker disse...

com coisa que é facil!

alex disse...

a hora de ir é a pior hora..

Anônimo disse...

Somos escravos dos sentimentos dos outros em relação a nós. Agimos sempre de acordo com o que pensarão de nós, e quando conseguimos nos libertar disso, agimos querendo que tenham por nós os sentimentos que desejamos.
O fato do ser humano ser um ser gregário não justifica essa necessidade do outro em nossa vida, pois penso que na verdade queremos mesmo é despertar as melhores coisas no nosso ego narcisista. Prima Isis